
SBPP · Catalogar. Certificar. Preservar.
Nossa história
A pika-de-ili (Ochotona iliensis), também chamada de coelho-mágico, é um pequeno mamífero da família dos coelhos que vive nas montanhas Tian Shan, na China, e mede até 20 centímetros — só que é um animal em extinção no mundo. Está oficialmente classificada como Ameaçada de Extinção pela União Internacional para a Conservação da Natureza: restam menos de 1.000 indivíduos no planeta. O aquecimento do clima empurrou a espécie montanha acima — de 3.200 para mais de 4.000 metros de altitude — e ela segue subindo, sem ter mais para onde ir.
Em junho de 2023, o Brasil tomou conhecimento do caso. As manchetes — "pika de 20 cm ameaçada de extinção" — correram o país e pararam as redes por dias. A notícia era séria. O país leu duas vezes. E, entre um compartilhamento e outro, uma pergunta ficou no ar: e as nossas?
A diretoria científica da Sociedade foi verificar. O maior levantamento já feito sobre o tema (Veale e colaboradores, 2015), com 15.521 exemplares medidos por profissionais de saúde, é categórico: a média mundial é de 13,1 centímetros. Menos de 1 em cada 500 exemplares passa dos 18. E medições científicas praticamente nunca registram 20 centímetros. A conclusão foi inevitável: as pikas grandes estão, também aqui, desaparecendo do registro.
Diante desse quadro, fundou-se a Sociedade Brasileira de Preservação de Pikas — a primeira instituição do mundo dedicada a catalogar, certificar e preservar as pikas brasileiras, uma a uma, com registro, selo e ranking.
O método da Sociedade é o censo permanente. Certificamos todas as pikas do território nacional — da Pocket (0–11 cm) à Herdeira (20–22 cm) — em busca dos exemplares em extinção: 23 centímetros ou mais, conforme o catálogo oficial. Cada certificação amplia o censo. Cada card é um registro de tombamento. Cada exemplar raro encontrado é uma vitória da ciência nacional.
Para operar o censo, a Sociedade mantém a plataforma Pika Pika — a primeira plataforma de pikas verificadas do mundo. O protocolo é inegociável: a inteligência artificial mede, um analista humano confirma, a foto é apagada em até 48 horas e jamais publicada. O que fica é o registro. O exemplar, catalogado para sempre.
Missão
Catalogar, certificar e preservar as pikas brasileiras — todas, sem exceção — até encontrar cada exemplar em extinção que este país ainda esconde.
Visão
Um Brasil onde nenhuma pika viva na obscuridade: todas catalogadas, todas com seu card, cada uma reconhecida pelo que é.
Como a Sociedade julga
Todo exemplar é avaliado em três camadas. Uma é fato. Duas são do povo.
Tamanho, grossura, curvatura. A inteligência artificial mede, o analista humano confirma. Fato não se vota: é a ficha técnica do exemplar, certificada e permanente.
Quem é a mais bruta? Isso a ciência não mede — o povo decide. Todo dia, dois exemplares do mesmo bairro se enfrentam, e você julga em 5 segundos: soca bruto ou soca fofo. É a batalha, exemplar contra exemplar.
A beleza é a única avaliação de gosto com júri: o analista dá a nota inicial, o público ajusta. Nem só fato, nem só popularidade — as duas coisas, em equilíbrio.
Valores
Aqui não se mede no olho. A IA mede, o analista confirma, o selo atesta.
A Sociedade protege seus exemplares: foto apagada em 48 horas, identidade preservada, anonimato garantido.
Da Pocket à Em Extinção, toda espécie merece registro. A Sociedade não julga: cataloga.
Cada certificação é uma expedição de campo. O exemplar raríssimo pode estar em qualquer lugar do Brasil — inclusive onde você está agora.
Toda pika certificada é patrimônio catalogado. Motivo de orgulho nacional.
Marco histórico
Em 2026, a Sociedade inaugurou a plataforma Pika Pika: a primeira plataforma de pikas verificadas do mundo. No mesmo ano, propôs o 1º Campeonato da Maior Pika do Brasil, com grande final marcada para 06/09 — o Dia da Pika.
Será que a sua é uma em extinção? Só certificando pra saber.